segunda-feira, 3 de julho de 2017

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terça-feira, 7 de junho de 2016

O que é amortização de financiamento imobiliário?

O que é amortização de financiamento imobiliário?

Os sistemas de amortização são uma ótima opção quando se tem recursos extras, possibilitando adiantar o pagamento das parcelas e acelerando a quitação do imóvel. Entenda melhor o que é a amortização de financiamento imobiliário e qual a melhor opção para você.
O que é amortização de financiamento imobiliário?
As parcelas de um financiamento são compostas de uma parte principal, correspondente à divisão do valor que foi emprestado ao longo do tempo de financiamento, além dos juros e encargos, como seguros e taxas operacionais. A amortização é utilizada como um recurso de redução do saldo devedor de um financiamento e possibilita ao devedor deixar de pagar as taxas de juros e encargos que incidiriam sobre a quantia amortizada. Os financiamentos imobiliários costumam apresentar duas formas para o pagamento da dívida:
Tabela SAC: corresponde à modalidade de atualização da parcela e é a forma mais utilizada de financiamento. Nesta, o saldo devedor e os juros do financiamento, definidos no ato da contratação, são atualizados de acordo com a Taxa Referencial.
Tabela Price: corresponde ao sistema de parcelas fixas que apresenta taxas mais altas, já que não há índice de correção.

Qual a melhor opção de amortização de financiamento imobiliário?

A amortização do financiamento pode ser realizada de duas formas: reduzindo-se o valor das parcelas e mantendo o prazo para a quitação do imóvel ou mantendo-se este valor e reduzindo-se o tempo do financiamento. A escolha entre estas duas depende do tipo de financiamento realizado e das particularidades financeiras do devedor.
Reduzir o valor das parcelas através da amortização é uma excelente opção para quem deseja um alívio no orçamento mensal. A redução no tempo de financiamento não implica em menores taxas de juros, de forma que não há necessidade ou vantagens em se reduzir o tempo de financiamento, principalmente quando o pagamento das parcelas está apertando o orçamento do devedor. Assim, principalmente para quem adota o sistema de parcelas fixas, a redução do valor destas pode ser uma vantagem.
Reduzir o tempo de financiamento mantendo o valor das parcelas é, por sua vez, uma opção para aqueles que adotam a modalidade de atualização das parcelas de financiamento, possibilitando ao comprador do imóvel menor dependência da flutuação das taxas de juros. De forma geral, porém, as altas da Taxa Referencial não costumam apresentar grandes impactos no valor total do financiamento.
Amortização pelo FGTS
Muitas pessoas estão utilizando o FGTS para amortizar seu financiamento imobiliário. Mas esta opção requer cuidado, uma vez que trata-se de uma espécie de reserva de emergência para situações como perda de emprego ou doenças graves. Do ponto de vista financeiro, esta é uma ótima solução, uma vez que o dinheiro no fundo rende apenas 3% mais que a Taxa Referencial. É importante, porém, preocupar-se em ter uma outra forma de reserva para situações emergenciais.
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Noções básicas de decoração de interiores

Busque inspiração para inspirar

Papo vai, papo vem, procure saber qual o estilo do interessado pelo imóvel: clássico, moderno, rústico, clean. Se possível, procure utilizar elementos que já existam na casa ou apartamento para criar imagens de decoração dentro do estilo que você observou, como uma parede de tijolinhos, uma bancada de madeira bruta, tacos antigos ou uma coluna de concreto, por exemplo. Se o elemento for em desacordo com o estilo do pretendente, sugira maneiras de transformá-lo. Procure lembrar-se de outros imóveis decorados e busque sempre inspiração em revistas e sites especializados sobre decoração e arquitetura. Você vai descobrir dicas muito legais e proveitosas.

Valorize a iluminação natural

Ela é essencial para a decoração, em qualquer estilo – e também para uma vida saudável. Ela valoriza cores e ambientes, permite jogos de sombras e ainda economiza energia. Por isso, destacar as vantagens dos cômodos mais iluminados naturalmente é uma boa saída. Já os que não são muito favorecidos pela luz do sol, sugira-os como ambientes mais aconchegantes, como uma sala de TV ou home theater, por exemplo, procurando criar imagens com sofás, poltronas, almofadões e pufes bem confortáveis, assim como tapetes felpudos e tudo o que lembrar sossego e um lugar confortável para a família.

Plantas dão vida ao ambiente

Algo que você pode sugerir é a colocação de plantas na casa, que modificam completamente a aparência de um ambiente. O interessante é que elas podem ser uma alternativa muito barata ou cara, dependendo do perfil do comprador. Você tanto pode sugerir a compra em uma loja de flores próxima do imóvel quanto a contratação de um paisagista para dar um clima mais especial à varanda, por exemplo.
A variedade de espécies de plantas é tão grande que elas podem ser colocadas em lugares de sombra, de sol ou à meia luz. Há ainda aquelas que demandam pouca manutenção, como os cactos, flores de pedra e suculentas.

Tenha noção das dimensões

Isso é essencial na decoração de interiores: saber compor de acordo com as dimensões do ambiente. Nada de móveis grandes em pequenas paredes: na sala, por exemplo, é preferível ter vários lugares espalhados do que um único sofá imenso – que ocupa todo o espaço e ainda dificulta a circulação. Sim, lembre-se que as pessoas precisam circular, por isso móveis pequenos e versáteis são sempre a melhor ideia para espaços reduzidos. Já os ambientes grandes permitem maior quantidade de combinações, sendo mais fáceis de decorar.

Cores: na dúvida, prefira as neutras

As cores dependem muito da personalidade dos moradores, mas uma regra é básica: cores claras aumentam os ambientes e as escuras os reduzem. Sempre que for dar uma sugestão de alguma cor, leve em consideração o tamanho do imóvel. Caso você perceba que o cliente é jovem ou mais exuberante, sugira a colocação de cores pontuais, como em uma parede destacada, por exemplo. Na dúvida, as cores neutras – bege, marrom, branco e tons pastéis – são as melhores opções, porque não há como errar e ficam bem em qualquer tamanho de ambiente e em qualquer estilo.

Circulação, regras para o espaço mínimo

Há padrões definidos pelo conforto para que as pessoas possam passar de forma tranquila entre os móveis. Entre a parede e a mesa de jantar, por exemplo, o espaço deve ser de 95 cm. Essa é a medida ideal também para a circulação entre os móveis.
Use a tecnologia a seu favor
Que tal baixar um aplicativo que simule a decoração nos ambientes? Você pode usá-lo em seu smartphone para que seus clientes visualizem suas sugestões. O Coral Visualizer, por exemplo, é ótimo para mostrar como as paredes ficariam pintadas de outros tons. O Magic Plan, por outro lado, é ótimo para mostrar a planta baixa da casa – e aí você já deixa tudo pronto antes mesmo de sair para a visita. Já com o Photo Measure Lite, você guarda as medidas de cada espaço, o que vai facilitar um bocado o seu trabalho. Mas há muitos outros aplicativos na loja do sistema operacional do seu smartphone, é só buscar e escolher.
Fonte: PAULO SAUL - tecimob